Lei seca diminui mortes em SP

Uma matéria da página do Terra indica que a controversa e questionada Lei Seca diminuiu 57% das mortes provocadas por acidentes de tráfego.

Confira a matéria completa:
Um levantamento feito pelo Instituto Médico Legal (IML) de São Paulo aponta a queda de 57% nas mortes por acidentes de trânsito, na capital, após a implantação da Lei Seca, no dia 20 de junho.

Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), o levantamento, realizado nos dias de Operação Direção Segura (quintas, sextas, sábados e domingos), comparou os três finais de semana do mês de junho em que a lei não estava em vigor com os dois últimos, depois que ela passou a valer.

Os dados foram colhidos nas três unidades do IML na capital, nas regiões sul, leste e centro, que atendem também as regiões norte e oeste.

De acordo com o balanço, no primeiro final de semana de junho, foram registradas 14 mortes. No segundo, 11, e, no terceiro, com a lei já em vigor, 10.

No quarto final de semana, quando a população tomou conhecimento da nova regra implantada, foram registradas cinco mortes. O mesmo número se repetiu no primeiro final de semana de julho.

Segundo a Lei nº 11.705, quem tiver a partir 0,1 mg de álcool por litro de ar expelido no exame do bafômetro é multado em R$ 957,70 e perde o direito de dirigir por um ano. Se a quantidade registrada for maior que 0,3 mg/l, além das punições acima, o motorista pode ser processado e ficar preso de seis meses a três anos.

Regulamentação Social

O mundo contemporâneo é caracterizado pela massificação e pela homogeneização cultural, processos resultantes da globalização. Contudo, a idéia de igualdade nem sempre foi aceitável para a humanidade. Toda a Antiguidade conheceu ideologias que pregavam diferenças no interior de uma sociedade e entre sociedades. Foi a partir do cristianismo que emergiu a noção de igualdade, que se desenvolveu e se firmou nos séculos seguintes. Porém ocorreu o surgimento de grupos que começaram a se distinguir do conjunto da população. Em primeiro lugar, porque essa sociedade começou a abrigar em seu interior pessoas provenientes das mais diferentes culturas, das mais diversas partes do mundo e de condição social cada vez mais díspar. Cada grupo que surgia procurava mostrar suas peculiaridades passando a competir e a desenvolver extrema rivalidade entre si: homens e mulheres, negros e brancos, nativos e estrangeiros, orientais e ocidentais. Se, por um lado, a globalização parece reduzir as diferenças entre grupos sociais, por outro, observa-se a busca de diferenças mais profundas e radicais, responsáveis não só por uma diversidade de comportamento, mas de identidade.

Normalmente a criação de estereótipos é baseada na “maioria”. Em aspectos sociológicos, a idéia do termo passou a significar “normalidade”. O que caracteriza um fato social é a sua generalidade, isto é, a recorrência de um elemento inúmeras vezes. Por essa visão, aquilo que é discordante ou desviante é anômalo. O grau de adesão e o consenso dos indivíduos na aceitação de valores, acordos mútuos, contratos sociais e legislações vigentes se tornaram sinais de “saúde” da sociedade. Ela possui instrumentos de regulamentação social para levar as pessoas a viver sua “civilização”. A seguir serão apresentados tais instrumentos juntamente com a conceituação de alguns termos.

Toda sociedade define o que é bem e mal, bonito e feio, honrado e vergonhoso, agradável e desagradável, e, para empregar uma linguagem heróica, aquilo para o que vale a pena viver e, eventualmente, morrer. Quando se diz a uma criança que se comportou mal: “Você não tem vergonha, é feio o que você fez!”, inculca-se nela valores e normas sociais e se procura habitua-la a respeitar os costumes, sem poder dar-lhe outra justificativa a não ser a evidência. Cada um deve “sentir” o que é bem e mal.

Evidentemente, os valores variam com as civilizações e, no interior de uma mesma civilização, com os grupos e categorias sociais. Não obstante, em cada época e para cada grupo, a moral é um absoluto que se impõe como tal, sem sofrer relativismo algum: o valor é transcendente e absoluto para aqueles que o vivem.

Os valores organizam-se num “ideal” que a sociedade propõe aos seus membros. Tal orienta os pensamentos e os atos; uma sociedade não pode constituir-se sem criar um ideal. São criados sistemas ou escalas de valores que devem ter certa coerência, ainda que impliquem contradições. É precisamente a transformação desses valores em normas e costumes que assegura a regulamentação da vida dos indivíduos e dos grupos em uma sociedade. A norma é construída por meio das opiniões, comportamentos e formas sociais.

Suponhamos que dez pessoas, reunidas numa sala, estejam todas de acordo de que fumar é maléfico para a saúde. É uma opinião que todas elas compartilham, e também um julgamento de valor, não um simples julgamento de fato; significa que não se deveria fumar. Mas é uma norma? Necessariamente não: há uma diferença radical entre essa situação e a de uma sala de aula onde não se pode fuma. A diferença é que, em princípio, a pessoa que fumar numa sala de aula estará sujeita a sofrer sanções. Tais sanções podem ser previstas no regulamento ou podem simplesmente envolver a desaprovação daqueles que se acham perto do infrator; se alguém tira um cigarro e o acende, os presentes voltam-se com um ar de reprovação, o que frequentemente basta para que o “culpado” apague o cigarro.

Há uma diferença entre opinião comum e a norma. Em um grupo, quando existe uma norma, os membros estão prontos a aplicar sanções e a intervir quando ela é infringida. Entre a opinião e a norma pode haver não somente conflitos, mas também influências recíprocas. As normas pouco a pouco caem em desuso e ninguém passa a aplicar sanções; ao perderem cada vez mais a importância, elas se tornam objeto de opinião e, portanto, de discussão. Em compensação, se uma opinião comum torna-se cada vez mais forte, todo mundo se compenetra de que é preciso tomar alguma providência para fazer que ela seja respeitada, e nesse momento ela se torna uma norma.

Há duas categorias de normas sociais: aquelas que estão codificadas no Direito e sancionadas pelo poder público e aquelas que estão ritualizadas nos costumes e comportamentos costumeiros. Em cada grupo existem aparelhos destinados a fazer respeita-las e a fazer aplicar sanções. Tais aparelhos podem ser de vários tipos: a polícia e a magistratura nos países que dispõem de um sistema jurídico; um conselho disciplinar numa escola; os processos de exclusão numa associação etc.

Uma instituição é um conjunto de normas que se aplicam num sistema social e que definem o que é legítimo e o que não é nesse sistema. Nesse sentido, o casamento, a família, a escola, a universidade, etc., são instituições. Num sentido mais corrente, a palavra “instituição” designa o próprio sistema social em que se aplicam essas normas. Por exemplo, se falarmos de instituições políticas, entendemos o conjunto dos instrumentos de Governo: as assembléias, os ministérios e todo o aparelho de poder.

No nível mais geral, encontramos valores no sentido estrito, isto é, a honestidade, o êxito, a solidariedade, etc. Em seguida vem a forma que tomam esses valores aplicados a um determinado papel: então se fala de normas.

Há normas as quais quase ninguém se conforma, apesar de que todos as aceitem. Em cada situação social, várias pessoas não se conformam às normas: é o fenômeno da divergência em oposição à conformidade. A conformidade pode ser uma adesão entusiasta ou resultar de uma disciplina imposta. Simplesmente as pessoas agem em conformidade com as normas ou divergem delas. Contudo, há os chamados deviacionistas, que aderem pouco às normas e cujo comportamento as contradiz às vezes nitidamente. Há também os indivíduos que, por uma razão qualquer, situam-se fora ou à margem do grupo: esse fenômeno é denominado “marginalidade”.

Normalmente a violação das normas é resultante de um conflito entre elas e seus papéis. Formas de deviacionismo particular resultam de um conflito que pode existir entre os valores essenciais de uma sociedade e os meios que dispõem certas categorias de pessoas para aplicarem tais valores na sua vida quotidiana. A maioria das pessoas vive esse conflito entre os valores sociais dominantes e sua situação presente, conformando-se às normas dos grupos aos quais pertencem, considerando os valores da sociedade global como ideais, mas muito distante delas. Essa conformidade às normas pode chegar a se tornar ritualismo quando o indivíduo atribui tal importância às normas e aos ritos que esquece por completo seus valores. A evasão permite escapar completamente ao conflito, recusando simultaneamente os valores da sociedade e as normas do grupo aos quais pertencemos.

Certas pessoas estão sempre na sociedade, mas não são realmente parte dela. É o caso dos mendigos, mas é também o da secretária, que vive nos seus sonhos sentimentais, ou do homem que se refugia numa vida familiar aparentemente feliz, isolada do mundo exterior.

O enfraquecimento de normas em certas sociedades é chamado de anomia. Entende-se com isso uma desorganização da sociedade que enfraquece a integração dos indivíduos que não sabem que normas devem seguir. Toda crise social comporta um perigo de anomia.

As normas são fornecidas aos indivíduos mais pelos seus grupos de referência do que pelo conjunto da sociedade. Os grupos elementares e os grupos mais amplos retomam uma importância decisiva na sociedade chamada de “massa”. Além do mais, poderosos meios de difusão (imprensa, rádio, cinema, televisão, internet) propagam imagens de estereótipos que se tornam normas e que “permitem” aos indivíduos aparentemente perdidos na massa saberem como comportar-se, conformando-se a essas normas. Talvez tenha sido por isso que ocorreu o surgimento da psicologia. As pessoas se tornam tão previsíveis que chega um momento em que se pode falar de “comportamento humano” intrinsecamente ligado ao “comportamento animal”, excluindo a diferença primordial encontrada nos humanos: a racionalidade.

Aí chegamos ao ponto principal: contracultura e subcultura.

A piada mais engraçada do Mundo!

Uma sketch do Monty Python’s Flying Circus, um grupo de comediantes britânicos que eram muito malucos, rs. Assistam e NÃO morram de rir. kkk

Gibson “Robot”

Fala aee Galera!!!

tudo bom com vocês???

Hoje vamos estar conversando sobre o nova guitarra da Gibson, a Gibson “Robot” (é como ela está sendo chamada até o momento) trata-se de uma guitarra que se afina sozinha, muito curioso não???

Após 15 anos de projetos e mais projetos em busca desse ideal a Gibson conseguiu em Nov/07 lançar a guitarra, mas ela só entrou no mercado em Dez/07, no Brasil ainda não chegou e vai demorar um bom tempo para chegar, e quando chegar o preço conceteza estará muito salgado… heheheheeh.

Essa guitarra possui um sistema robótico que faz com que ela se afine sozinha, deixando para o músico a “dificil” tarefa de apenas tocar as cordas da guitarra uma unica vez para que o sistema dela reconheça as notas e as afinem do tom que o músico desejar, com uma margem de erro praticamente nula.

O sistema da guitarra permite a gravação de diversas configurações e afinações, em sua memória dando-nos assim um leque muito maior de afinaões e podendo configurá-las da maneira que o usuário quiser, pois o sistema de PowerTune da guita, reconhece não apenas a afinação tradicional (A440) mas como muitas outras.

Na prática a afinação robótica ocorre da seguinte forma, através de um knob você seleciona a afinação desejada, e puxando o próprio knob você ativa o ByPass e a guitarra já está pronta para se afinar sozinha, aí é só tocar as cordas da guitarra, o sistema dela vai reconhecer as notas e vai afina-lás automaticamente em alguns segundo sem que seja preciso tocar nas tarrachas, para trocas de cordas, o sistema é o mesmo você poe a corda tira o excesso de corda e ativa o sistema que a guitarra também afina sozinha com uma precisão assustadora. Voltando o Knob para a posição normal você desliga o sistema de ByPass.

Video Explicativo da Afinação: http://www.youtube.com/watch?v=WetVXbYRfWk

http://www.youtube.com/watch?v=1-WsjxbtFpU&NR=1

Nesses videos achei interessante as tarrachas se movendo sozinhas, muito intrigante esse sistema!!!!

No momento a Gibson apenas disponibilizou esse recurso nos modelos Les Paul´s, e SG´s que são modelos mais tradicionais da marca quem sabe daqui á alguns anos não surgirão novos modelos com esse sistema, quem sabe até esse recurso nas guitarras com floyd rose!!! seria bem interessante e útil.

Concerteza terão inumeras de pessoas que irão ir contra essa inovação, dizendo que a tecnologia limita a criatividade do músico, creio que não limite nada apenas facilite, afinal ninguem gosta de perder meia hora apenas para afinar um instrumento.

Ao meu ver é a maior inovação (no meio musical) nos ultimos.. sei lá.. 10 anos, gostei muito desse sistema e prova que apesar de tradicional, a Gibson não deixa de ser inovadora, escrevendo mais um capítulo (e muito bem escrito) na relação entre música e tecnologia. Bom…ficamos aguardando então a proxima novidade de mercado…hehehehe!!!!

Abaço à todos!!!!

Gibson Robot SG Special Ltd. Guitar

Gibson SG Gibson Les Paul

Preço de Mercado: UU$ 899,00

R$ 1,600,00

Pedais x Pedaleiras

Opaaa!!!! olha eu aqui de novo….

hoje eu estou inspirado…hauahauha

Bom…vamos falar agora de pedaleiras e pedais!!!! vantagens de um desvantagens de outro, enfim tudo que precisamos saber para não cairmos em siladas na hora de comprar nossos equipamentos….

Esse tipo de discussão, é algo bem relativo, e creio também não ter uma resposta exata, mas ja passei por experiêcias com pedais digitais e analógicos e vou compartilhar com vocês do que pude aprender com isso..

Concordo que não exite algo mais pratico do que uma pedaleira, você economiza dinheiro, fontes, cabos, paciência, energia elétrica, tempo enfim, uma porrada de coisas, uma pedaleira é a praticidade em pessoa, porém…tem aquilo, ela é digital, o que faz com que o timbre da guita fique muito computadorizado, principalmente na distorção, alguns efeitos digitais de modulação até que são legaizinhos, mas quando o assunto é distorção o negócio é mais delicado, sempre tive como conceito, se é som digital…é som de computador e não de guitarra, ao mesmo tempo que a pedaleira é muito prática, ela peca na qualidade do som, deixando o som de uma guitarra muito artificial, o que eu não acho interessante, pode-se adicionar valvulas mudar o processador e tudo que for que o timbre nunca deixará de ter aquela caracteristica digital, por que toda a programação de uma pedaleira é digital, então pode-se fazer o que for, que a pedaleira nunca vai deixar de exibir um timbre digital.

Outro fator negativo das pedaleiras é que ela te limita um pouco na escolha dos efeitos, ou seja, é mais complicado por exemplo você conseguir programar um efeito com phase e chorus ao mesmo tempo e de uma forma rápida, afinal sua platéia não vai estar muito afim de esperar meia hora até você programar tudo na pedaleira, quando o assunto é manuseio do seu leque de efeitos que você tem lá na pedaleira ela setorna um pouco mais complicada de ser regulada.

Algo que eu acho interessante no uso da pedaleira é que ela acaba sendo uma ligação mais direta…é guitarra > pedaleira > amplificador, ou seja você tem um numero muito menor de pedais e cabos e consequentemente um numero menor na trasmição de sinais, fazendo com que não haja muita perda dos mesmos.

Agora em relação aos pedais analógicos, ele perde de goleada na praticidade só o fato de você sair carregando um porre de pedais com um porre de cabos e fontes já é um stress danado, seu set acaba ficando mais caro e mais confuso, mas acho que tudo vale a pena quando o resultado final (qualidade do timbre) é satisfatório, apesar de ser uma imensidão de pedais e cabos, creio eu que convém usar mais analógico do que digitais afinal os analógicos mantém a verdadeira essencia do timbre da guita sem digitalizar absolutamente nada, tornando o som muito mais agradável, e também não há aquela limitação de efeitos que tem na pedaleira, com um simples toque você pode acionar, configurar e combinar o efeito que você quiser com outro qualquer, mantendo a principal proposta dos pedais: exibir timbre de guitarra e não de computador, claro que tem algumas desvantagens como a perda de sinais e os ruídos indesejáveis devido ao grande número de pedais plugados simultaneamente, o transporte e talz, mas eu acredito que todos esses sacrifícois que estamos sujeitos com os pedais analógicos..sejam compensados no resultado final, que é aquilo que sai do ampli. o som de uma guitarra.

Particularmente sou adépto aos analógicos por uma simples razão,a qualidade do timbre, ja usei digital por 5 anos, passei os cinco anos explorando e explorando minha pedaleira até que cheguei no limite da minha paciência então vendi a pedaleira e começei a montar um set analógico e digo pra vocês..é outra consepção de timbre.

Mas enfim, esse assunto é um assuto até certo ponto polêmico, e que nunca chegaremos a um resultado satisfatório a todos sempre terão os adéptos a pedaleiras e os adéptos aos pedais.

Enfim…gostaria de aproveitar esse assunto e fazer uma enquetezinha aqui na minha coluna, quem prefiri analógico deixe um comentário dizendo o por que e a galera dos digitais faça o mesmo, só pra trocarmos experiência mesmo, já que trocas de experiência é algo muito importante não só na musica mais na vida também…

é isso aii quem tiver afim de expor seu ponto de vista e conhecer outros ponto de vista…manda a ver aeeee

Abraço a todos!!!

e boa semana a vocês!!!!!!

Pedais Fuhrmann

Fala aí Pessoal!!!

Tudo Ok???

Bom, hoje vou estar escrevendo sobre os pedais da Fuhrmann, a Fuhrmann é uma marca desconhecida da maioria dos guitarrisras, mas é uma marca muito competente que tem como principal caracteristica manter ao maximo a “analogia” dos pedais (não sei nem se existe essa palavra…hahaha mas blz!!!) possue pedais de overdrive, drive, phase, chorus, analogic delay, boost e comprenssor, e eu vou estar falando detalhadamente sobre cada um deles.

Há marca possue poucos mas fiéis adeptos, quem os usa os usa sempre e não querem saber de outra marca e que se dane a Boss…ahuahauhau é por ai a filosofia mesmo, eu sou um desses adeptos e lhes digo que a marca fica pau a pau com a Boss e as vezes chega ser até superior em alguns quesitos, não estou exagerando a marca é realmente muito boa.

Uma outra vantagem da marca são os preços, os pedais variam entre R$120 e R$ 230, um outro fator que os põem bem acima de muitas marcas, a relação custo/ benefício desse pedal é incontestável.

Um outro fator curioso é a estética dos pedais, são meio “ogros” hauahauhau eles possuem um design bem quadradão mesmo, pouco moderno, bem ao estilo Vintage, o que não tira em momento algum a beleza do pedal, afinal a beleza deles está no que sai do ampli e não no próprio pedal, hahahaha!!!

Bom…vamos as caracteristicas dos pedais…estou enrolando muito vocês já…hehehe

Fuhrmann Analogic Delay - Sim…é um Delay Analógico…(derrrrr) eu sou mais ligado em um delay digital, por ter mais funções mas esse delay aí, é bem definido muito bom mesmo, não embola o som, faz o trabalho dele e muito bem feito.

Fuhrmann Chorus - Maravilhosoooooo!!! nos proporciona um timbre lindo, mas lindo mesmo, nunca vi um chorus igual!!! analógico no extremo também, tem um som muito cristalino…It´s Wonderfull!!!!!

Fuhrmann Compressor - Tive pouco contato com esse pedal, mas segue a proposta da marca, muito competente na sua função!!!

Fuhrmann Lead Drive - Ahh!!!! cheguei no pedal que eu queria falar…huahaahau…esse é o destaque da Fuhrmann o lead drive é um pedal de distorção voltado para solos, muito bem definido, possui um sustain muito interessante, som bem nítido, fazendo soar todas notas tocadas com uma clareza extrema, por ser um pedal próprio para solo, eu sinto uma carência de peso, problema resolvido plugando junto a ele um pedal de overdrive.

Fuhrmann Mosfet Boost - O Booster da Fuhrmann…aquele gás necessário para apimentar os seus solos, muito bom também, dono de uma presença inigualável.

Fuhrmann Phase - Muito bom também esse pedal de phase, sem exagero nenhum, chega a lembrar os clássicos pedais de phase da MXR e da Boss, por exemplo, pra ser mais direto lembra um pouco o phase da MXR Eddie Van Halen Custom!!! pedal muito bom também!!!

Fuhrmann Power Drive - Como o nome ja diz… é uma porrada de drive, hauahauha… som muito pesado mesmo, um pedal bem interessante também, mesmo sendo um pedal com um som muito forte ele não satura o som em nenhum momento, como os outros pedais de drive da Fuhrmann ele também tem um som muito analógico, (o que é raro conseguir com distorções muito pesadas) bem definido e muito incorpado, pode ser até uma paranóia minha, mas lembra muito as distorções dos Marshall da vida!!!

Fuhrmann Tube Drive - “The last, but not the least!!!!” huahauahau esse é o overdrive da fuhrmann, pedal legal também com ele você viaja muito num Blues ou em um rock n´roll anos 70, e segue o mesmo padrão das distorções da marca.

Bom é isso aí galera…fica pra vocês essa dica aí desses pedais muito competente e muito em conta também o que é de extrema importância, a marca vem crescendo muito no mercado, conquistando bastante guitarristas…anfim é uma promessa!!!!

Acessem o site deles, escutem as demos é muito interessante!!!

http://www.fuhrmann.com.br

Abraço à Todos!!!!

Amplificadores: Brunetti - Ampeg

Olá Pessoal!!!

Como vão vocês??

Tudo Ok?? Espero que sim!!!

Bom como prometido hoje vou falar de raridades e não de novidades, Hoje é a vez dos amplificadores Brunetti e Ampeg, não sei se vocês já ouviram falar, mas são marcas de amplificadores, um tanto como desconhecida, mas de uma qualidade tremenda.

Começando pelo Brunetti, descobri essa marca futricando o site do Kiko Loureiro e vi que ele era patrocinado por essa marca, na hora eu estranhei e pensei (Uéé… isso está parecendo mais marca de panetone do que de amplificador, hauahuahu) imagina Panetones Brunetti, até que tem sentido, ahahahahah… Mas voltando o assunto, então, tive conhecimento dessa marca pelo site do Kiko ai fui atrás de saber sobre ela, galera… esse ampli teu um p*** som (devido a suas válvulas), plugado a uma Gibson Les Paul ele te proporciona um timbre muito forte, alias a distorção desse amplificador, é um verdadeiro “tiro na cara” tem um som muito forte, pesado e bem nítido, fazendo soar todas as notas de maneira muito clara, e usando o canal “clean” ele também exibe um timbre de uma qualidade incontestável, principalmente quando for uma guita com a captação single coil, como as fenders da vida, o som sai límpido e cristalino, como a água de uma nascente, hahah…nossa que viagem henn! Altamente poético….

Como dá claramente para perceber é uma marca italiana, que acredito eu ser meio desconhecida ai no meio musical, por isso que estou passando isso pra vocês, pesquisem um pouco sobre essa marca ela vale à pena.

Agora vamos ao Ampeg, que também é uma marca bem desconhecida, porém muito boa, se na me engano é uma marca americana, esse amplificador tem um som bem vintage, sua distorção não é muito pesada, mas também não chega a ser um overdrive, o que eu acho bem interessante.Quando o assunto é solo, o Ampeg se sai muito bem por possuir uma distorção até certo ponto moderada tornando o som muito nítido e agradável, o canal “clean” dele também é muito bonito e suave.O único guitarrista que conheço que usa essa marca é o meu professor, o Heitor Mazzotti, mas também ainda não fui atrás de endorssers, ou usuários da marca.Ahh!!! O baixista do Black Sabbath e do Metallica cujo os nomes me fogem da cabeça nesse exato momento também usa o Ampeg, creio que seja poucos os que usufruem dessa marca, pelo fato de ser um pouco desconhecida.Mas é isso aí galera, fica ai pra vocês essas duas grandes marcas de amplificadores que são meio “underground”, mas que são capazes de deixar muitas outras marcas de ponta no chão!!!

Abraço a todos!!!

Para quaisquer informações: www.ampeg.com

www.brunetti.it

Amplificadores Brunetti Amplificadores Ampeg

Lançamento - Tagima (T Six)

e! Pessoal!!!

Tudo bom com vocês???

Hoje eu iria falar de duas ótimas marcas de amplificador, porém não muito conhecida, mas decidir falar do lançamento da Tagima, enquanto ela ainda é um lançamento…hauhauahua.

Vou falar pra vocês hoje da Tagima TSix, a nova guitarra da marca.

Confesso que fiquei até surpreso com esse lançamento, por que ela foge um pouco dos padrões de guitarra da Tagima, antes dessa guitarra o único modelo voltado para o rock (que não fosse custom guitar) era a TZero, o que nos deixava sem muita escolha, enfim, chega de enrolação e vamos falar da guitarra. Vou estar comparando – a com a Tzero em alguns momento, para ficar bem clara a diferença entre ambas.

A T Six possui o corpo em cedro e braço em marfim, escala rosewood com 24 trastes e marcação em abalone, diferentemente da TZero ela possui 24 casas, o que eu acho interessante, por que o captador da ponte fica em uma posição mais estratégica, e falando em captadores, vamos a eles, achei também esse jogo de captadores dela mais inteligente do que o da TZero, a guitarra possui dois humbukers, da própria Tagima modelo Hot Bucker por não ter 27 casas como a TZero, o captador da ponte fica melhor posicionado dando assim um som mais pesado quando ativamos o cap. da ponte.Por ela ter dois humbucker isso faz com que o guitarrista tenha um “leque” maior de opções de timbres.

Vem com controles de três posições para você direcionar melhor o captador que vai usar e controle de volume e tonalidade, ferragem cromada e tarraxas blindadas com trava. Quanto à ponte ela possui dois modelos com pontes diferentes a FL com a ponte da Floyd Rose System e ferragens em Cromo Acetinado, e a FX com a Tune O-Matic, achei bem interessante isso, mostra que a marca realmente quis disponibilizar um material muito bem feito e diversificado para seus clientes.

Quanto às cores da TSix, ela foi disponibilizadas em Preto Cromado e Fosco Natural, destaque também para o haedstock que possui um desenho bem interessante.

A Tagima é uma boa “válvula de escape” para se conseguir um instrumento de qualidade sem gastar horrores, a Tagima possui a linha “Topwood” que os instrumentos são realmente muito bons podendo ser comparado aos americanos e japoneses, e tem a vantagens do preço que é muito mais em conta.É uma marca que vem crescendo bastante e adquirindo cada vez mais usuários e endorssers o que é muito importante para nós (brasileiros) termos uma guitarra de renome internacional.

Tagima T Six

Preço de Mercado: R$ 1270.00

Para maiores Informações: www.tagima.com.br

Pedais de Distorção

Fala aee Galera!!!

Peço desculpas pelo tempo sem postar, muitos trabalhos e estudos, mas isso não faz com que eu me esqueça de trocar minhas experiencias com vocês….

Bom hoje vou estar comentando sobre pedais de distorção, os mais classicos, os mais agressivos, enfim os que mais se destacam no meio guitarristico…

Para mim a distorção é 70% do timbre de uma guitarra, principalmente no Metal/Rock, ou seja, é algo de extrema importância e que se deve dar uma atenção especial na escolha de qual equipamento usar, eu particularmente gosto muito de usar o drive dos amplis. por que é um conjunto padronizado, o falante, a pré amplificação, a amplificação, o material que a caixa é composta, enfim é algo que vem exato que foi montado para que cada peça correspondesse exatamente de acordo com a outra e isso faz com que o timbre fique bem organizado e soe de uma forma agradável.

Mas é muito importante termos um pedal de distorção, por que você pode um dia estar tocando em um lugar sem a distorção do seu ampli, ou até pior sem distorção nenhuma..hehehehe, aí para nós musicos de rock, fica praticamente impossivel ter o timbre que desejamos, por isso que sempre digo que é sempre bom ter um pedal de drive, mesmo que você só o use uma vez na vida, o que é muito melhor do que ficar passando por situações acima sitadas…hehehe…

Enfim…vamos falar de pedal néé….primeiro deles…

Boss DS-1: Clássicassooooo da boss, muito popular na década de 80 e 90, uma distorção muito boa, e que nos proporciona um timbre muito agradável, é um pedal ideal para solos, não satura e não “embola” o timbre lembra muito dependendo da configuração caras como Zakk Wylde, Steve vai, Malmsteen….

Boss MT-2: O famoso Metal Zone, timbre muito padrão, som pesadissímo, é a preferência da maioria dos guitarrista soa melhor na base do que no solo, creio eu que por ser um pedal muito concentrado, ele acaba sendo pouco funcional na hora dos solos de guitarra, mas não deixa de ser um grande pedal…

Boss ML-2 O novato da boss, o Metal Core no qual já comentei por aqui, som extremo muito pesado nada se compara ao seu peso…ideal para sons mais pesados, como black/death/thrash….

Boss DS-2 O Turbo Distorcion…boom…muito bom também segue a linha do DS-1 com um pouco mais de peso e controle de timbre

Marshall Jackhammer - Chega de Boss néeé mewww!!!huahauahu enfim..esse Marshall aí, também é bem popular ele tem um lance interessante, que você alternando a chave seletora dele você pode ter uma distorção overdrive, ou drive, dependendo de como você configura, é um pedal muito funcional vai de timbres clássicos do rock n roll até coisas mais pesadas e contemporâneas sem perder sua beleza e suavidade….

Mesa Boogie V-Twin - É…um pedal da Mesa…muito louco né…imagina o preço então mais louco ainda…hehehe…é pessoal esse mesa como qualquer outra distorção da marca é muitooo…mas muito boa ..qualidade imbativel…e preço imbativel também…hehehe….é um pedal que a principio já saiu de linha mas eu andei achando uns por ai, muito moderninhos, mas não tive ainda certeza se voltou a ser fabricado, enfim…é um pedalzaço, vai de um timbre mais moderado até uma distorção explosiva, sem, em nenhum momento perder sua qualidade, é pouco conhecido pelos guitarrista talvez pelo preço e por ser dificil de chegar até aqui…mas é um pedal de qualidade incontestável….Ahh!!! ele é valvulado viuuu!!!já ia me esqueçendo…

Meteoro - Dr. Drive - Pedal inspirado aí no de cima, é ele é como um simulador do V-twin, acho que pode ser caracterizado dessa maneira, foi elaborado para suprir nossa carência de v-Twin aqui no brasil, então ele segue o mesmo padrão do V-twin, não sendo igual, por que isso é impossivel, e também se fosse igual o preço seria igual também e a proposta desse pedal é totalmente contraria a isso, também é valvulado, o que melhora em muito o som do pedal…

Fuhrmann Lead Drive - Também já comentei aqui sobre ele…é uma marca brasileira…aeeee!!!!\0/ na qual eu uso, é um pedal muito interessante, sua relação custo benefácio é ótima e som do pedal também, tem um ótimo sustain e um timbre muito bem defiinido, e nos permite também um overdrive bem recheado até um metal mais pesado, tudo isso mantendo a clareza no som

Bom galera..é isso..pelo que eu me lembre são esses os principais, se tiver faltando algum ou se vocês quiserem saber de algum outro pedal, me deixem um recado que eu vou atrás do pedal desejado!!!

Um abraço a todosss!!!

Lançamento - BOSS (Metal Core)

Bom Dia Galera!!!!

Bom, estou estreando hoje minha coluna aqui no site, nela estarei mostrando a vocês sobre alguns equipamentos, (guitarras, pedais, amplificadores e etc.) e dando ênfase as novidades e inovações no mundo musical.

Hoje começaremos por um pedal novo da BOSS, o violentíssimo METAL CORE, eu já tive o prazer de experimenta – lô, é a distorção mais pesada que já vi, um timbre muito avassalador, ótimo para sons mais extremos (thrash, death, black), ligando em conjunto a uma guitarra de sete cordas ele pode proporcionar um timbre inigualável quando o assunto é “peso”.

Atualmente no mercado acredito que realmente não exista algum pedal que supere o Metal Core nesse quesito, pode se dizer que a BOSS se superou ao lança – lô ao mercado, e presumo eu que foi essa a intenção da BOSS acreditava – se que nada podia superar o Metal Zone e a BOSS conseguiu isso, quando colocados frente a frente o Metal Core mostrou (com muita clareza) ter mais peso e mais corpo e deixando o Metal Zone para trás.

Por ser um pedal de peso extremo, ele se torna um pouco “abelhudo” principalmente nos solos perdendo um pouco da nitidez das notas, isso não chega a ser um defeito ou uma falha de seu fabricante, já que ele não foi desenvolvido propriamente para solos, sua verdadeira intenção é exibir um timbre pesado para aqueles famosos riffs pesados que estamos costumados a ouvir no mundo do metal.

Ele possui quatro controles de timbre, o Level, onde você controla o volume o Low e o High onde você contola a tonalidade para grave (Low) ou agudo (High) e o Dist, que como o nome sugere é o controlador do nivel de distorção. Sua arquitetura é padrão da linha BOSS seu shape é bem resistente e forte, fazendo com que o pedal resista muito bem a eventuais impactos do qual estamos sujeito dia – a – dia.

O Led do pedal também é bem visível o que facilita muito em palcos com pouca iluminação.Se você está à procura de um timbre pesado, fica aí a dica do Metal Core, é um pedal novo no mercado, pouca gente ouviu falar dele, mas é um pedal surpreendente, que com certeza corresponderá as suas expectativas.

Para maiores informações: www.bossus.com

Pedal Metal Core (BOSS)

Preço de Mercado: R$ 389,00 - $100.00

 

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